Cristiane Ramos Damaso

Neuropsicóloga e Treinadora de Brainspotting

Treinadora e Supervisora de Brainspotting em todo Brasil. É Policial Civil do Distrito Federal, formada em Psicologia (CRP/DF 01-9039) e especialista em Neuropsicologia. Pós-Graduada em Psicologia Junguiana e em Psicodinâmica do Trabalho e Gestão do Estresse.Tem formação em EMDR.

 
Diretora fundadora da Associação Brasileira de Brainspotting (2013 a 2017) e coordenou o 1ª Congresso Internacional de Brainspotting, que aconteceu em Búzios-RJ – Brasil em março de 2016.


Coautora dos livros: “Pessoas & Psicologias” e “Conquistas da Psicoterapia II: novos estudos de caso em terapia EMDR – volume 2.”


Palestrante nos temas: Motivação, Comportamento, Qualidade no Atendimento e Qualidade de Vida.

Cristiane Ramos e Dr.David Grand

Links de referência

Relato de minha primeira cliente de Brainspotting: início de uma jornada

Logo que saí da primeira etapa da Formação em Brainspotting, eu me senti encorajada a aplicar este método em meus clientes e uma delas me chamou muita atenção pela rapidez de resultados:
“Era uma policial civil com 45 anos, casada e com dois filhos adolescentes, estava com um quadro de terror noturno dia sim, dia não, com insônia e restrições no trabalho, inclusive de porte de arma, e com ideação suicida. Quando lhe expliquei o Brainspotting ela logo concordou e pedi para ela me falar especificamente do seu terror noturno, ela percebeu a sensação de seu corpo todo enrijecendo, e demonstrou uma ativação no Sistema Nervoso no nível máximo, ou seja, 10. Pedi para ela me ajudar a encontrar uma posição ocular relevante àquela sensação corporal, a encontrarmos, o que a ajudou a acessar os registros em seu cérebro desta situação para lhe ajudar. Ela encontrou um ponto do lado direito superior, quando, continuando a fixar seu olhar nesta direção, começou a me dizer: `eu tenho medo de perder meus filhos, não, é de perder o filho mais novo, tenho medo que ele tenha outras crises de convulsão como quando ele tinha 8 anos, eram terrível presenciá-las`. Seu corpo foi ficando mais tenso. Contou várias situações difíceis daquela época, depois começou a relaxar seu corpo quando começou a lembrar: `Lembro do médico dele dizendo que eram crises temporárias e que iriam acabar quando ele fizesse 12 anos, e isto de fato aconteceu, hoje ele tem 15 anos, e não tem mais crises, eu amo este filho, que foi muito esperado e me tirou da solidão em que vivia, tinha muitas expectativas sobre ele, preciso me acalmar, o que resta é o amor, ele está bem, nada vai lhe acontecer, o perigo passou!’

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